Arcebispo de Braga espera que os sacerdotes sacrifiquem «gostos pessoais» em nome da sua missão

“Amar Cristo é partir e situar-se onde a Igreja precisa, com coincidência ou não com os gostos pessoais”, afirmou ontem o Arcebispo de Braga, aos novos sacerdotes e diáconos que foram ordenados na cripta da basílica do Sameiro.

Falando a milhares de pessoas e centenas de membros do clero, D. Jorge Ortiga, que ontem completou 11 anos como Arcebispo Primaz, não escondeu que, no envio em missão, “uns sentirão maiores dificuldades”, mas assegurou que “a Igreja está com todos”.

“O sacerdote perde-se para se tornar «ícone» de Cristo em qualquer trabalho, lugar ou condições”, precisou.

João Paulo Costa (Vila Verde), Jorge Ferreira (Vila Nova de Famalicão), José António Carneiro (Guimarães/Vizela), Marc Monteiro (Guimarães/Vizela) e Paulo Jorge Sá (Esposende) são os novos padres.

Foram também ordenados dois diáconos, Franciscanos: Henrique Perdigão (como diácono permanente) e Pedro Santos.

As ordenações acontecem num momento em que há nomeações do clero para novos cargos, feitas “perante as necessidades pastorais e tendo em consideração as soluções possíveis”, como refere o decreto assinado por D. Jorge Ortiga.

Redacção/«Diário do Minho»

 

Fonte - Agência Ecclesia

Papa convida à reflexão durante as férias

postado por: CN Notícia Internacional
Jul 19

Bento XVI continua período de repouso nos arredores de Roma

Bento XVI deixou este Domingo um apelo à reflexão e à leitura da Bíblia durante as férias que muitas pessoas gozam no Verão.

Este, assinalou durante a recitação da oração do Angelus, é “um tempo favorável para pôr em primeiro lugar o que efectivamente é mais importante na vida, quer dizer, a escuta da Palavra do Senhor”.

Perante os peregrinos reunidos na residência pontifícia de Castel Gandolfo, nos arredores de Roma, o Papa lembrou que “estamos no coração do Verão, pelo menos no hemisfério boreal. Este é o tempo em que as escolas estão fechadas e se concentra a maior parte das férias”.

“Até mesmo nas paróquias, as actividades pastorais são reduzidas e eu próprio suspendi, por um período, as audiências”, acrescentou.

Para Bento XVI, aquilo de que o homem mais precisa é de Deus, a “parte melhor”, o verdadeiro bem.

Neste sentido, o Papa defendeu que “a pessoa humana deve trabalhar, empenhar-se nas ocupações domésticas e profissionais, mas acima de tudo tem necessidade de Deus, que é a luz interior de Amor e Verdade”.

“Sem amor, até mesmo as actividades mais importantes perdem valor e não dão alegria. Sem um significado profundo, todo o nosso agir se reduz a activismo estéril e desordenado”, alertou.

Comentando uma passagem do Evangelho que foi lida nas igrejas de todo o mundo, o Papa sublinhou que Jesus não manifesta “nenhum desprezo pela vida activa”, nem muito a “atenção para o facto de a única coisa necessária ser outra: escutar a Palavra do Senhor”

“Tudo o resto passará e será tirado, mas a Palavra de Deus é eterna e dá sentido ao nosso agir quotidiano”, precisou.

Fonte - Agência Ecclesia